Educação Física - Prof. Bruno Santana

17/03/2021

Prezado(a) aluno(a),

é com muito carinho que compartilho uma atividade muito legal, que pode ser realizada em casa com os familiares. Aproveite o seu tempo para desfrutar de momentos para a prática das brincadeiras adaptadas a esse período de pandemia.

Vamos começar falando um pouco sobre as brincadeiras populares:

Criança gosta mesmo é de brincar.

É assim que os pequenos aprendem sobre o mundo e desenvolvem habilidades super importantes: brincando. Ou seja, as brincadeiras vão muito além da diversão.

Para as gerações que agora já nascem conectadas e rodeadas por dispositivos eletrônicos, é importante resgatar brincadeiras tradicionais e livres de tecnologia. Brincadeiras populares do tempo dos nossos avós ajudam a resgatar a cultura, incentivam os pequenos a conviverem com outras crianças e a desenvolverem diferentes capacidades, como coordenação motora, criatividade e comunicação.

Transmitidas de geração em geração, as brincadeiras folclóricas representam o elo entre um povo e suas raízes. Sem autores definidos, elas fazem parte do folclore, que reúne dança, lendas, mitos, provérbios e adivinhações.

As brincadeiras folclóricas são importantes legados da cultura popular que contribuem para o fortalecimento do acervo cultural de uma nação. Através delas é possível compreender crenças e valores de determinado grupo social. Assim, a preservação dessas brincadeiras é uma forma de conhecer o passado e presente.

Essas brincadeiras permitem a integração e o desenvolvimento social, motor e cognitivo das crianças. Por isso, são muito utilizadas na educação infantil como recurso didático para promover a criatividade, a reflexão e a expressão.

Brincadeiras populares em cada região

As brincadeiras populares foram sendo ensinadas de pais para filhos por várias e várias gerações. O Brasil é um país enorme, então cada região tem suas brincadeiras mais tradicionais. Muitas foram pesquisadas e mapeadas no chamado Mapa do Brincar.

PEDRA, PAPEL E TESOURA

História:

Podendo ser facilmente catalogada como uma das maneiras mais simples de solução de conflitos da idade moderna, o jogo de mãos conhecido no Brasil geralmente como "pedra, papel ou tesoura" é uma prática que pode estar presente em nossas vidas desde a infância. Mas você já parou para pensar de onde ela vem e como ela surgiu?

Acredita-se que a prática exista desde o século 17, sendo descrita em documentos históricos chineses encontrados no Japão. Em suas versões originais, o "pedra, papel ou tesoura" não passava de mais uma modalidade de jogos a serem praticados apenas com gestos de mãos. Testes de capacidade como esses eram conhecidos como sansukumi-ken, e possuíam versos diversos que acompanhavam as partidas.

Apesar de possuir variantes e outras opções, como o "sapo, lesma e cobra", em que o próprio nome já consegue nos dar uma boa explicação do por que essa variação nunca foi tão popular, o ancestral direto da nossa versão moderna se chamava "jan-ken", que, em essência, funciona da mesma forma e faz com que muitas pessoas também conheçam o "pedra, papel ou tesoura" como "jokenpô".

Como se joga:

No pedra, papel e tesoura, os jogadores devem simultaneamente esticar a mão, na qual cada um formou um símbolo (que significa pedra, papel ou tesoura). Então, os jogadores comparam os símbolos para decidir quem ganhou, da seguinte forma: Pedra ganha da tesoura (amassando-a ou quebrando-a). Tesoura ganha do papel (cortando-o). Papel ganha da pedra (embrulhando-a).

Além da disputa do torneio de pedra, papel e tesoura, pesquise na web informações que apontam a história do jogo, quais países são adeptos a essas práticas e como funciona o campeonato mundial de pedra, papel e tesoura. Conversaremos sobre o assunto assim que retornarmos para as aulas presenciais.

O desafio foi lançado, espero que você desafie seus familiares em uma grande disputa. Boa sorte!